10 motivos para recusar sacolinhas
Share136
*Foto: WikimediaCommons
No Ano Internacional da Biodiversidade e com a COP10 – Convenção de Diversidade Biológica prestes a acontecer, no Japão, em outubro, o tema se tornou o centro das atenções do mundo. Muito merecido, afinal, a biodiversidade envolve todos os seres vivos que habitam o nosso planeta – incluindo os seres humanos – e, num sistema interdependente como o nosso, o desaparecimento de uma espécie afeta a vida das demais.
Entre as várias atitudes que podemos tomar para preservar essa riqueza biológica da qual tanto dependemos, está a redução do uso de sacolas plásticas em nosso dia-a-dia. Aproveite para registrar, no site do Planeta Sustentável, as sacolinhas que você recusa diariamente!
Eis aqui dez motivos para você defender essa causa.
1. Os plásticos convencionais levam cerca de 400 anos para se decompor. Segundo um levantamento do Ministério do Meio Ambiente, de 2009, cada família brasileira descarta cerca de 40kg de plásticos por ano e mais de 80% dos plásticos são utilizados apenas 1 vez.
2. Por serem leves, os sacos plásticos voam com o vento para diversos locais e acabam poluindo não apenas as cidades, mas também nossos biomas, as florestas, rios, lagos e oceanos.
3. A sopa de lixo que flutua pelo oceano Pacífico contém mais de 100 milhões de toneladas, sendo que 90% são constituídos de detritos de plástico. Desse total, 80% vêm do continente.
4. Nos oceanos, as sacolas plásticas se arrebentam em pedaços menores e se tornam parte da cadeia alimentar de animais marinhos dos mais variados tamanhos. Ao ingerirmos esses animais, engolimos também resíduos de plástico que fazem mal à nossa saúde.
5. A ingestão de pedaços de sacolas plásticas já é uma das principais causas da mortes de tartarugas, que confundem o plástico com comida e têm seu aparelho digestivo obstruído. Estima-se, ainda, que em torno de 100 mil mamíferos e pássaros morram sufocados por ano por ingerirem sacos plásticos. Na Índia, cerca de 100 vacas morrem por dia por comerem sacolas plásticas misturadas a restos de alimentos.
6. Nas cidades, as sacolas descartadas de maneira incorreta entopem bueiros, provocando enchentes, que causam a morte de pessoas e animais domésticos, destroem plantas e árvores e até contribuem para que os peixes nadem para fora do leito de rios e morram.
7. Jogadas em um canto qualquer da cidade, as sacolinhas podem acumular água parada e permitir a proliferação do mosquito da dengue.
8. O plástico já é o segundo material mais comum no lixo municipal.Quando os aterros chegam à sua capacidade máxima, é preciso abrir outras áreas – que poderiam ser utilizadas para plantio de vegetação nativa, por exemplo - para o depósito de resíduos.
9. O material orgânico depositado em sacos plásticos demora mais para ser degradado e decomposto em nutrientes e minerais, que serão utilizados em outros processos biológicos.
10. Com a decomposição lenta dos resíduos orgânicos aprisionados nas sacolas plásticas, produz-se mais metano e CO2, que são liberados quando a sacola é rasgada e contribuem para a aceleração do aquecimento global.
Convencido? Então, sempre recusar uma sacolinha no supermercado, na farmácia, na padaria e onde mais te oferecerem uma, registre no Contador de Sacolas Descartáveis Recusadas, do Planeta Sustentável! Já são quase 2 milhões de sacolinhas evitadas. A biodiversidade agradece!
Especialistas consultados:
Prof. José Sabino, doutor em Ecologia pela Unicamp.
Fernanda Daltro, coord. técnica da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, do Ministério do Meio Ambiente.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
CHICLETE E PÁSSAROS
CHICLETES, EMBRULHE ANTES DE JOGAR FORA:
Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta,
os passarinhos comem restos de chicletes deixados,
irresponsavelmente, em qualquer lugar.
Ao sentirem o chiclete grudando em seu biquinho,
tentam, desesperados, retirá-lo com os pés...
E aí, acontece o pior: acabam sufocados.
Embrulhe o chiclete num pedaço de papel
e jogue-o no no lixo.
Repasse esta mensagem para que, principalmente
as crianças, sejam conscientizadas.
Seja você também, consciente, e, ajude a natureza.
Pássaros!
São livros abertos na biblioteca de DEUS!!
Livres, eles cantam...
Presos, choram seus lamentos!...
Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta,
os passarinhos comem restos de chicletes deixados,
irresponsavelmente, em qualquer lugar.
Ao sentirem o chiclete grudando em seu biquinho,
tentam, desesperados, retirá-lo com os pés...
E aí, acontece o pior: acabam sufocados.
Embrulhe o chiclete num pedaço de papel
e jogue-o no no lixo.
Repasse esta mensagem para que, principalmente
as crianças, sejam conscientizadas.
Seja você também, consciente, e, ajude a natureza.
Pássaros!
São livros abertos na biblioteca de DEUS!!
Livres, eles cantam...
Presos, choram seus lamentos!...
domingo, 6 de junho de 2010
Todo ser humano tem o direito
de mergulhar em águas limpas,
andar descalço na areia,
sentir cheiro de mato,
brincar com o vento,
sentar à sombra de uma árvore,
colher o alimento da terra,
contar estrelas,
pisar na grama,
ouvir conchinhas,
correr na chuva,
olhar a lua,
tomar um banho de sol.
5 DE JUNHO . DIA DO MEIO AMBIENTE
REDUZA, REUTILIZE, RECICLE
de mergulhar em águas limpas,
andar descalço na areia,
sentir cheiro de mato,
brincar com o vento,
sentar à sombra de uma árvore,
colher o alimento da terra,
contar estrelas,
pisar na grama,
ouvir conchinhas,
correr na chuva,
olhar a lua,
tomar um banho de sol.
5 DE JUNHO . DIA DO MEIO AMBIENTE
REDUZA, REUTILIZE, RECICLE
terça-feira, 25 de maio de 2010
ELES AINDA NÃO SÃO DEUSES
Pesquisador : Cientista Craig Venter
Como foi criada a primeira bactéria a viver com o código genético inteiramente montado em laboratório
1º O DNA é o código genético que determina as caracteristicas de todas as espécies e, dentro delas, de cada um dos seres.
Ele é representado pelos pares de "letras químicas" ( A, T, C, G ) que compõem o genoma
2º A experiência usou trechos curtos de DNA da bactéria Mycoplasma mycoides produzidos em laboratório. Esses pacotes genéticos, cada um deles com 1.000 letras, foram recombinadas em laboratório de modo a replicar a sequência genética da bactéria.
3º O genoma completo de Mycoplasma mycoides, com 1milhão de pares, foi introduzido numa bactéria de outro tipo, a Mycoplasma capricolum, cujo DNA fora retirado. O notável da experiência é que a bactéria com o genoma montado transplantado adquiriu a característica inerente a todos os seres vivos - a capacidade de se reproduzir. Logo havia milhões de bactérias iguais a ela, todas com o DNA originário do laboratório.
Fonte : Salmo Raskin, presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica
Como foi criada a primeira bactéria a viver com o código genético inteiramente montado em laboratório
1º O DNA é o código genético que determina as caracteristicas de todas as espécies e, dentro delas, de cada um dos seres.
Ele é representado pelos pares de "letras químicas" ( A, T, C, G ) que compõem o genoma
2º A experiência usou trechos curtos de DNA da bactéria Mycoplasma mycoides produzidos em laboratório. Esses pacotes genéticos, cada um deles com 1.000 letras, foram recombinadas em laboratório de modo a replicar a sequência genética da bactéria.
3º O genoma completo de Mycoplasma mycoides, com 1milhão de pares, foi introduzido numa bactéria de outro tipo, a Mycoplasma capricolum, cujo DNA fora retirado. O notável da experiência é que a bactéria com o genoma montado transplantado adquiriu a característica inerente a todos os seres vivos - a capacidade de se reproduzir. Logo havia milhões de bactérias iguais a ela, todas com o DNA originário do laboratório.
Fonte : Salmo Raskin, presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica
ELES AINDA NÃO SÃO DEUSES
20/05/2010 14h03 - Atualizado em 20/05/2010 14h03
Cientistas montam célula controlada por genoma fabricado em laboratório
Estudo abriria caminho para produção de bactérias artificiais sob medida.
Grupo é liderado pelo polêmico J. Craig Venter, o ‘pai do genoma’.
Do G1, em São Paulo
imprimir
Etapas do experimento foram detalhadas em
artigo publicado pela 'Science'Cientistas do Instituto J. Craig Venter anunciaram nesta quinta-feira (20) o desenvolvimento da primeira célula controlada por um genoma sintético. Agora, esperam usar o método para compreender melhor o mecanismo básico que guia todas as formas de vida e para desenvolver bactérias sob medida que, por exemplo, produzam biocombustível ou ajudem a limpar vazamentos de petróleo. O instituto entrou com pedidos de patente para salvaguardar direitos de propriedade intelectual sobre algumas das técnicas desenvolvidas.
Entenda o que é genoma e como ele guarda 'receita' para construir um ser vivo
O grupo já havia sintetizado quimicamente um genoma de bactéria, e também já havia transplantado o genoma de uma bactéria para outra. Agora, o cientista Daniel Gibson e seus colegas (todos empregados no instituto criado pelo empresário-biólogo Craig Venter) juntaram os dois métodos para criar o que batizaram de “célula sintética” – ainda que apenas o genoma da célula seja sintético. "Nós chamamos de sintético porque a célula é totalmente derivada de um cromossomo fabricado em um sintetizador químico, com base em informações em um computador”, explicou Venter.
É uma ferramenta muito poderosa para tentar projetar o que desejamos que a biologia faça. Temos uma ampla gama de aplicações em mente"Craig VenterO genoma sintético é uma cópia de genoma da bactéria Mycoplasma mycoides. Só que à cópia foram adicionadas sequências de DNA montadas em laboratório que serviram como marcas d’água para distingui-la de um genoma natural. O resultado, transplantado na bactéria Mycoplasma capricolum, deu “reboot” nas células receptoras. Na hora do transplante, 14 genes foram deletados ou rompidos, mas mesmo assim as M. mycoides se comportaram como M. mycoides normais, e só produziram proteínas próprias de M. mycoides.
“Se os métodos que descrevemos no artigo puderem ser generalizados, projeto, síntese, montagem e transplante de cromossomos sintéticos não serão mais uma barreira para o progresso da biologia sintética”, escrevem os pesquisadores. “É uma ferramenta muito poderosa para tentar projetar o que desejamos que a biologia faça. Temos uma ampla gama de aplicações em mente”, avisa Venter.
Uma das propostas de Venter (que ele vem propagandeando não é de hoje) é fazer sua "vida 2.0" produzir etanol (álcool) ou hidrogênio, como forma barata de obtenção desses combustíveis limpos. O cientista-empresário já foi acusado de estar criando a "Micróbiosoft" (em referência à Microsoft de Bill Gates), impedindo o uso livre da chamada biologia sintética e mesmo monopolizando a tecnologia.
Outros cientistas defendem a chamada "biologia sintética open-source" (de fonte aberta), na qual as informações para a construção de novos organismos ficariam disponíveis para uso gratuito de toda a comunidade científica.
Cientistas montam célula controlada por genoma fabricado em laboratório
Estudo abriria caminho para produção de bactérias artificiais sob medida.
Grupo é liderado pelo polêmico J. Craig Venter, o ‘pai do genoma’.
Do G1, em São Paulo
imprimir
Etapas do experimento foram detalhadas em
artigo publicado pela 'Science'Cientistas do Instituto J. Craig Venter anunciaram nesta quinta-feira (20) o desenvolvimento da primeira célula controlada por um genoma sintético. Agora, esperam usar o método para compreender melhor o mecanismo básico que guia todas as formas de vida e para desenvolver bactérias sob medida que, por exemplo, produzam biocombustível ou ajudem a limpar vazamentos de petróleo. O instituto entrou com pedidos de patente para salvaguardar direitos de propriedade intelectual sobre algumas das técnicas desenvolvidas.
Entenda o que é genoma e como ele guarda 'receita' para construir um ser vivo
O grupo já havia sintetizado quimicamente um genoma de bactéria, e também já havia transplantado o genoma de uma bactéria para outra. Agora, o cientista Daniel Gibson e seus colegas (todos empregados no instituto criado pelo empresário-biólogo Craig Venter) juntaram os dois métodos para criar o que batizaram de “célula sintética” – ainda que apenas o genoma da célula seja sintético. "Nós chamamos de sintético porque a célula é totalmente derivada de um cromossomo fabricado em um sintetizador químico, com base em informações em um computador”, explicou Venter.
É uma ferramenta muito poderosa para tentar projetar o que desejamos que a biologia faça. Temos uma ampla gama de aplicações em mente"Craig VenterO genoma sintético é uma cópia de genoma da bactéria Mycoplasma mycoides. Só que à cópia foram adicionadas sequências de DNA montadas em laboratório que serviram como marcas d’água para distingui-la de um genoma natural. O resultado, transplantado na bactéria Mycoplasma capricolum, deu “reboot” nas células receptoras. Na hora do transplante, 14 genes foram deletados ou rompidos, mas mesmo assim as M. mycoides se comportaram como M. mycoides normais, e só produziram proteínas próprias de M. mycoides.
“Se os métodos que descrevemos no artigo puderem ser generalizados, projeto, síntese, montagem e transplante de cromossomos sintéticos não serão mais uma barreira para o progresso da biologia sintética”, escrevem os pesquisadores. “É uma ferramenta muito poderosa para tentar projetar o que desejamos que a biologia faça. Temos uma ampla gama de aplicações em mente”, avisa Venter.
Uma das propostas de Venter (que ele vem propagandeando não é de hoje) é fazer sua "vida 2.0" produzir etanol (álcool) ou hidrogênio, como forma barata de obtenção desses combustíveis limpos. O cientista-empresário já foi acusado de estar criando a "Micróbiosoft" (em referência à Microsoft de Bill Gates), impedindo o uso livre da chamada biologia sintética e mesmo monopolizando a tecnologia.
Outros cientistas defendem a chamada "biologia sintética open-source" (de fonte aberta), na qual as informações para a construção de novos organismos ficariam disponíveis para uso gratuito de toda a comunidade científica.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)
